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Reunião - o Brasil dizendo Drummond

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"Poeta,
Aqui 148 brasileiros festejam seu centenário dizendo seus versos. Uns foram chamados, outros se ofereceram, outros se revelaram.


De pequenas e grandes cidades chegaram estas vozes de tons e timbres variados para colorir suas palavras. Muitas vão soar familiares, já ouvidas e queridas, mas outras aqui estão novas e desconhecidas, amorosas e verdadeiras.


Nosso trabalho, poeta, foi uma festa. As pedras desapareceram do meio do caminho e ficou esse resíduo de tudo que você criou, conheceu, viveu e amou."


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R$30,80

Reunião - o Brasil dizendo Drummond Zoom

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Audiolivro

"Poeta,
Aqui 148 brasileiros festejam seu centenário dizendo seus versos. Uns foram chamados, outros se ofereceram, outros se revelaram.

De pequenas e grandes cidades chegaram estas vozes de tons e timbres variados para colorir suas palavras. Muitas vão soar familiares, já ouvidas e queridas, mas outras aqui estão novas e desconhecidas, amorosas e verdadeiras.

Nosso trabalho, poeta, foi uma festa. As pedras desapareceram do meio do caminho e ficou esse resíduo de tudo que você criou, conheceu, viveu e amou."
Paulinho Lima, 2002

Mãos dadas - Carlos Drummond de Andrade
Poema de sete faces - Ney Latorraca
Infância - Edson Celulari
Também já fui brasileiro - José Carlos Capinam
Lanterna mágica - V/São João Del-Rei - Aécio Neves
No meio do caminho - José D'Artagnan Jr
Política - Othon Bastos
Cidadezinha qualquer - Vinicius de Oliveira
Quadrilha - Leila Del Carlo
O sobrevivente - Lavínea Fernandes
Cota zero - Roberto Drummond
Balada do amor através das idades - Alda Rezende
Cabaré mineiro - Tavinho Moura
Sociedade - Roberto Assis
Romaria - Lauro Moreira
Aurora - Marcus Alvisi
O amor bate na aorta - Isabella Campos
Poema patético - Paulo Alberto Ventura
As namoradas mineiras - Murilo Antunes
Não se mate - Cássia Kiss
Castidade - Ary de Andrade
Sentimento do mundo - Ângela Gutierrez
Confidência do itabirano - Duse Naccarati
Canção da moça-fantasma de Belo Horizonte - Malu Mendes
Menino chorando na noite - Ana Prado
Congresso internacional do medo - Sonia Robatto
Inocentes do Leblon - Norma Bengell
Os ombros suportam o mundo - Patruz Ananias
Madrigal lúgubre - Silviano Santiago
Lembrança do mundo antigo - Matilde Biadi
Elegia 1938 - Fernando Brant
Mundo grande - Ana Paula Aquino
A bruxa - Airton Gontow
O lutador - Chico Buarque
José - Miguel Falabella
A mão suja - Rita Elmôr
Viagem na família - Jorge Emil
Procura da poesia - Paulo Autran
Nosso tempo - Rodrigo Penna
Passagem do ano - Roberto Brant
Resíduo - Mauro Salles
Caso do vestido - Tônia Carrero
O elefante - Mário Chamie
Morte do leiteiro - Carlos Thiré
Morte no avião - Adyr Assumpção
Consolo na praia - Neide Archanjo
Retrato de família - Edla Van Steen
Versos à boca da noite - Sábato Magaldi
Com o russo em Berlin - Alexei Bueno
Canto ao homem do povo Charlie Chaplin - Fábbio Perez
Canção amiga - Mariana Ximenes
Desaparecimento de Luisa Porto - Aracy Balabanian
Confissão - Ednei Giovenazzi
Memória - Emílio Santiago
Ser - Silvia Escorel
Cantiga de enganar - Lélia Coelho Frota
Oficina irritada - Ronaldo Bastos
Amar - Marina Colasanti
Entre o ser e as coisas - Lina Chamie
Tarde de maio - Giulia Gam
Canção para álbum de moça - Myriam Brandão
Rapto - Nildo Parente
Campo de flores - Affonso Romano de Sant'Anna
A um varão, que acaba de nascer - José Nêumanne Pinto
Morte das casas de Ouro Preto - Jota Dangelo
A mesa - Paulo César Pereio
A máquina do mundo - Antonio Cícero
O poeta vai ao jóquei - Guilherme Vergueiro
Caso pluvioso - Ângela Vaz Leão
Para cinquentões - Sérgio Cabral
Uma canção - Chico Amaral
Brinde no banquete das musas - Myriam Fraga
O quarto em desordem - Abel Silva
O enterrado vivo - Cacá Mourthé
Escada - Antônio Carlos Secchin
Elegia - Bianca Byington
Especulações em torno da palavra homem - Gabriel o pensador
Prece de mineiro no Rio - Leda Nagle
Carta - Fernando Pimentel
Para sempre - Karin Rodrigues
F - Arnaldo Antunes
Descoberta - Inez Cabral de Melo
Apelo - Léo Jaime
O novo homem - Nevolanda Pinheiro
Atriz - Nonato Freire
Discurso - Marcelo Bones
O homem; as viagens - Zélia Duncan
Confissão - Sérgio Machado
Declaração em juízo - Ítalo Mudado
Amor o seu tempo - Martha Overbeck
Quero - Marília Gabriela
Ainda que mal - Claudia Alencar
Receituário sortido - Paulinho Lima
Visão de Clarice Lispector - Jacqueline Laurence
Um lírio, por acaso - Sérgio Mamberti
Receita de ano novo - Odete Lara
Aos namorados do Brasil - Elisa Lucinda
Concerto - Rosana Lanzelotte
Suas mãos - Claudia Pfeifer
Didática - Ritchie
Saber incompleto - Geraldo Brandão
Esplendor e declínio da rapadura - Conceição Rios
Nascer de novo - Sérgio Fonta
A morte a cavalo - José Midlin
A metafísica do corpo - Ricardo Kosovski
Ausência - Mamélia Dornelles
História natural - Claudius Portugal
As sem-razões do amor - Maria Carmem Barbosa
O seu santo nome - Isolda Cresta
Mortos que andam - Vanessa Esteves
Deus esuas criaturas - Nely Rosa
Canção de Itabira - Jackson de Pinho Tavares
Eu, etiqueta - Ludmila Rosa
Lembrete - Cristiane de Andrade Carvalho
O mundo é grande - Raquel Stivelman
Amor - Marta Suplicy
Lira ao amor romântico - Carlos Petrovich
O amor antigo - Tutti Maravilha
Conversa com o lixeiro - Paulo Valente
O poema da Bahia que não foi escrito - Mário Gadelha
A Godofredo Filho - Hélio Pólvora
Visão - Tina Correia
Poema culinário - Alcione
A companheira - Carla Marins
Os nomes de amada - Renata Lima
Futebol - Pelé
Amor-pois que é palavra essencial - Ângela Mourão
O que se passa na cama - Álvaro Diniz
A moça mostrava a coxa - Pedro Paulo Rangel
A bunda, que engraçada - Nilda Spencer
O chão é cama - Ana Terra
A língua lambe - Tessy Callado
Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça - Paulo César Oliveira
Mulher nua andando pela casa - Ezequiel Neves
Quando desejos outros é que falam - Luis Mauricio Graña Drummond
Não quero ser o último a comer-te - Walter Lima Jr.
Oh minha senhora Ó minha senhora - André Valli
O que o Bairro Peixoto - Ângela Roro
As mulheres gulosas - Nico Rezende
Aparição amorosa - José Carlos Honório
A um ausente - Anna Cotrim
Dois sonhos - Eva Leiz
Elegia a um tucano morto - Pedro Drummond
Liberdade - Elvia Castello Branco
Missão do corpo - Emanoel Araújo
Não passou - Elizabeth Orsini
O malvindo - Maria Zilda Bethlem
O rei menino - Adélia Prado
Porque - Drica Moraess
Obrigado - Carlos Drummond de Andrade

Audiolivro em mp3

Informações adicionais

Título Reunião - o Brasil dizendo Drummond
Autor Carlos Drummond de Andrade
Editora Luz da Cidade
Áudio Narração Profissional
Locução Carlos Drummond de Andrade e diversos narradores
Tempo de duração 4 horas e 35 minutos
Audiolivro em CD MP3 (compact disk)
Classificação Não
Preço R$30,80

Carlos Drummond de Andrade


AUDIOLIVRO

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.


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