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Auto da Compadecida - Ariano Suassuna

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Auto da Compadecida - Ariano Suassuna

Disponibilidade: Esgotado

R$ 28,90

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O autor situa a peça no nordeste brasileiro. Conta a história de João Grilo e Chicó, que andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo".

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Título Auto da Compadecida - Ariano Suassuna
Autor Ariano Suassuna
Editora Plugme
Áudio Narração Profissional
Locução Antonio Nóbrega
Tempo de duração 4 horas
Audiolivro em CD MP3 (compact disk)
Preço R$ 28,90
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Peça de teatro inspirada na obra do português Gil Vicente, “Auto da Lusitânia”. O auto é uma modalidade do teatro medieval e seu assunto é a religião. O autor situa a peça no nordeste brasileiro. Conta a história de João Grilo e Chicó, que andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo". Eles trabalham numa padaria e aproveitam a morte da cadela de dona Dora, mulher do padeiro, para ganhar um trocado e, para isto, organizam um enterro de luxo, em latim. João Grilo vive metido em confusões e, seu amigo Chicó é um covarde que gosta de contar mentiras. O medo, a morte, o céu e o inferno assombram os personagens da peça que usa dos recursos da literatura de cordel. Sobre o autor: O autor: Ariano Suassuna. Dramaturgo, romancista e poeta brasileiro. Faz parte da Academia Brasileira de Letras e em suas obras realça a cultura nordestina. Auto da Compadecida e Pedra do Reino são suas peças mais conhecidas. É um dos criadores do Movimento Armorial, que objetiva preservar a cultura popular do nordeste brasileiro através da ligação da Literatura de Cordel com a música de viola, rabeca ou pífano e com a Xilogravura Narrado por: Antonio Nóbrega. Artista e músico, integrou o Quinteto Armorial na década de setenta. Toca violino e rebeca e pesquisa a música popular brasileira. No espetáculo “Figural”, montado no Rio e em São Paulo ele se apresenta sozinho no palco onde troca de roupas e máscaras representando a diversidade da cultura nacional e estrangeira. Tem vários CDs gravados e um DVD - Lunário Perpétuo – onde canta o romance de Riobaldo e Diadorim, extraído de Grande Sertão: Veredas, do escritor Guimarães Rosa.

Ariano Suassuna


AUDIOLIVRO

Sexto ocupante da Cadeira nº 32, eleito em 3 de agosto de 1989, na sucessão de Genolino Amado e recebido em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicios Vilaça.

Ariano Vilar Suassuna nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa (PB), em 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no sertão, na Fazenda Acauhan.

Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.

A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.


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