O que fazer quando tudo o que conhecemos e amamos simplesmente deixa de existir? Conheça, na voz de Nathalia Timberg, o drama vivido pela grande escritora Joan Didion, que num curto espaço de tempo perdeu o marido e viu sua filha ficar gravemente doente. Uma história pessoal e, ao mesmo tempo, universal, que mostra a profundidade que só as grandes relações têm. Plugue-se nessa emoção! Splash: “Um relato emocionado sobre a perda e a dor, minuciosamente narrado com o olhar firme e preciso de Joan Didion.” – The New York Times
Joan Didion
AUDIOLIVRO
Joan Didion (n. 5 de dezembro de 1934) é uma escritora americana cujos trabalhos como jornalista, ensaísta e romancista a tornaram muito reconhecida tanto nos Estados Unidos quanto em outros países para os quais ela foi traduzida. Didion colabora freqüentemente no The New York Review of Books e na revista The New Yorker. Ao lado de seu marido (já falecido), o escritor John Gregory Dunne, ela colaborou em diversos roteiros. Atualmente, ela vive na cidade de Nova York.
Didion nasceu em Sacramento, Califórnia e se formou pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, em 1956, como bacharel em Inglês. Grande parte dos textos da escritora ilustra sobre o contexto de sua vida na Califórnia, especialmente durante os anos 60, como o mundo em que ela cresceu “começou a parecer parado”. Suas descrições sobre teorias conspiratórias, paranóias e sociopatias são agora consideradas parte do cânone da literatura americana.
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Joan Didion (n. 5 de dezembro de 1934) é uma escritora americana cujos trabalhos como jornalista, ensaísta e romancista a tornaram muito reconhecida tanto nos Estados Unidos quanto em outros países para os quais ela foi traduzida. Didion colabora freqüentemente no The New York Review of Books e na revista The New Yorker. Ao lado de seu marido (já falecido), o escritor John Gregory Dunne, ela colaborou em diversos roteiros. Atualmente, ela vive na cidade de Nova York.
Didion nasceu em Sacramento, Califórnia e se formou pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, em 1956, como bacharel em Inglês. Grande parte dos textos da escritora ilustra sobre o contexto de sua vida na Califórnia, especialmente durante os anos 60, como o mundo em que ela cresceu “começou a parecer parado”. Suas descrições sobre teorias conspiratórias, paranóias e sociopatias são agora consideradas parte do cânone da literatura americana.
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