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Presença do Feminino nos Relatos de Viajantes : Caminha, Vespúcio e Carvajal

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Presença do Feminino nos Relatos de Viajantes : Caminha, Vespúcio e Carvajal

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Neste aúdio-livro vamos discutir a imagem que os viajantes e conquistadores europeus projetavam sobre a mulher americana no início da colonização, através dos relatos de Pero Vaz de Caminha, Américo Vespúcio e Frei Gaspar de Carvajal.

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Título Presença do Feminino nos Relatos de Viajantes : Caminha, Vespúcio e Carvajal
Autor Gledson Sousa
Editora Universidade Falada
Áudio Narrado pelo Autor
Audiolivro em MP3 - para download
Preço R$ 9,99
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Presença do Feminino nos Relatos de Viajantes:

Caminha, Vespúcio e Carvajal



Neste aúdio-livro vamos discutir  a imagem que os viajantes e conquistadores europeus projetavam sobre a mulher americana no início da colonização, através dos relatos de Pero Vaz de Caminha, Américo Vespúcio e Frei Gaspar de Carvajal.


O século XVI é um período em que a imagem e o status da mulher decaem sensivelmente: é o século que trará a caça às bruxas e com ela uma mortandade em massa que significará a morte de mais de 100.000 mulheres.

É também o século do "achamento da América" , do contato entre europeus e novos povos, antes desconhecidos, que não faziam parte da cosmogonia tradicional européia.

Esse contato entre colonizadores e povos nativos é fonte de vários choques culturais, e um deles se dá pelo contraste entre a imagem da mulher européia – submissa e castigada – e mulher nativa americana, melhor dizendo, as mulheres nativas americanas, com outros valores que não os cristãos, com outra sexualidade, com outros modos de ser.


Fica claro nos relatos dos viajantes que escolhemos que a imagem da mulher nativa americana oscila entre extremos, entre a imagem da adolescente inocente e sedutora pelos seus encantos – como aparece na Carta de Pero Vaz de Caminha -, à quase bruxa, hiper sexualizada, dona de sortilégios poderosos, ou mesmo a uma quase deusa, guerreira e dominadora, como aparece no relato de Frei Gaspar de Carvajal.

Todas elas mais projeções de valores dos próprios europeus, do que imagens do real.

Viajaremos junto de Caminha, Vespúcio e Carvajal para descobrirmos uma imagem da mulher americana que pode corresponder a uma metáfora do nosso continente.

Gledson Sousa


Gledson nasceu em Juazeiro do Norte, Ce.

Desde 1991 vive em São Paulo.

É diretor cultural da APCEFSP desde 2005. Tem vários textos em linha no site português TRIPLOV.

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