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Patativa do Assaré - Poeta e o Jornalista

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Patativa do Assaré - Poeta e o Jornalista

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PATATIVA DO ASSARÉ -  O POETA E O JORNALISTA

 Neste CD, o registro de conversas em momentos diferentes entre o cearense Patativa do Assaré e o paraibano Assis Ângelo. São momentos lúdicos, francos, bonitos, nos quais o poeta de Assaré, com a simplicidade dos mestres, dos grandes, revela ao jornalista sonhos e medos como o da dor; e não do morrer, em si.
Ele declama, canta, faz chacota, ri. Brinca e deixa claro que sabe da importância da sua poesia como instrumento de transformação social. Conta das suas origens no campo e do seu amor à terra. Lembra detalhes da vida, da dureza do sol e das injustiças que viu seu povo sofrer.
Foi poeta violeiro, cordelista, poeta maior.

Informações adicionais

Título Patativa do Assaré - Poeta e o Jornalista
Autor Assis Ângelo
Editora Universidade Falada
Áudio Narrado pelo Autor
Locução Assis Angelo e o proprio Patativa
Tempo de duração 1 hora aproximadamente
Audiolivro em CD MP3 (compact disk)
Classificação Ótimo
Preço R$ 24,99
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PATATIVA DO ASSARÉ -  O POETA E O JORNALISTA

Neste CD, o registro de conversas em momentos diferentes entre o cearense Patativa do Assaré e o paraibano Assis Ângelo. São momentos lúdicos, francos, bonitos, nos quais o poeta de Assaré, com a simplicidade dos mestres, dos grandes, revela ao jornalista sonhos e medos como o da dor; e não do morrer, em si.


Ele declama, canta, faz chacota, ri. Brinca e deixa claro que sabe da importância da sua poesia como instrumento de transformação social. Conta das suas origens no campo e do seu amor à terra. Lembra detalhes da vida, da dureza do sol e das injustiças que viu seu povo sofrer. Foi poeta violeiro, cordelista, poeta maior.


O primeiro livro publicado foi Inspiração Nordestina, em 1956. O primeiro poema gravado foi A Triste Partida, em ritmo de toada, pelo rei do baião Luiz Gonzaga, em 1964. Depois, Fagner produziria discos com poemas seus e gravaria a canção Vaca Estrela e Boi Fubá, clássico regravado por Rolando Boldrin, Sérgio Reis, Pena Branca & Xavantinho e tantos.
Na segunda metade dos anos de 1970, sua obra seria estudada na Cadeira de Cultura Popular Universal da Sorbonne, França, pelo professor Raymond Cantel. Patativa do Assaré deixou plantada a semente da transformação social nos versos que fez. Igual a ele, nenhum poeta. Lorca, talvez. Neruda, talvez. João Cabral? Talvez... O poeta, agora aos 100 anos, ao contrário de tantos, não teve sua obra completa publicada em volumes de luxo. E daí? Viva Patativa do Assaré!

 

Patativa do Assaré Patativa transita entre ambos os campos com uma facilidade camaleônica e capacidade criadora e intelectual ainda não totalmente compreendidas pelo meio acadêmico.
Sua obra, de dimensão tanto estética quanto política, aborda diferentes temas e possui outras vertentes além da social/militante; como a telúrica, religiosa, filosófica, lírica, humorística/irônica, motes/glosas, entre outras.

As múltiplas tentativas de categorização da obra de Patativa do Assaré (muitas vezes subjetivas e sem base teórica) expõem falhas inerentes dos próprios parâmetros de julgamento.

Assis Ângelo


Jornalista, estudioso da cultura popular. Nasceu em João Pessoa, Paraíba.

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