A obra O Mistério das Bolas de Gude, do jornalista e escritor Gilberto Dimenstein, é resultado de um velho hábito do jornalista: flanar, andar sem destino pela cidade, descobrindo coisas...
“O foco da obra nesse passeio pela cidadania, são os seres socialmente excluídos que fui encontrando no caminho de cidades como Rio, São Paulo, Recife, Nova York, Cali (Colômbia), Manaus ou Cuiabá. São traficantes de drogas, prostitutas, meninos de rua, chefes de gangues, viciados, mendigos – são personagens que, na maioria das vezes, não pertencem a nada nem a ninguém, por isso são invisíveis. Fui aprendendo que a invisibilidade é uma das piores formas de violência que existem e, assim, gera a violência.” (Gilberto Dimenstein)
Mistura de investigação jornalística com diário de viagem, retratando 16 anos de pesquisas sobre casos reais.
Gilberto Dimenstein
AUDIOLIVRO
Gilberto Dimenstein (São Paulo, 28 de agosto de 1956) é um jornalista brasileiro.
Formado na Faculdade Cásper Líbero, é colunista da Folha de S.Paulo e da rádio CBN. Já foi diretor da Folha de S. Paulo na sucursal de Brasília e correspondente internacional em Nova Iorque daquele periódico. Trabalhou também no Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Última Hora, revista Visão e Veja. Foi acadêmico visitante da programa de direitos humanos da Universidade de Columbia, em Nova York.
Por suas reportagens sobre temas sociais e suas experiências em projetos educacionais, Gilberto Dimenstein foi apontado pela revista Época em 2007 como umas das cem figuras mais influentes do país.
Ganhou O Prêmio Nacional de Direitos Humanos junto com D. Paulo de Evaristo Arns, o Prêmio Criança e Paz, do Unicef, Menção Honrosa do Prêmio Maria Moors Cabot, da faculdade de jornalismo de Columbia, em Nova York. Também ganhou os prêmios Esso ( categoria principal) e Jabuti, de melhor livro de não-ficção.
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Gilberto Dimenstein (São Paulo, 28 de agosto de 1956) é um jornalista brasileiro.
Formado na Faculdade Cásper Líbero, é colunista da Folha de S.Paulo e da rádio CBN. Já foi diretor da Folha de S. Paulo na sucursal de Brasília e correspondente internacional em Nova Iorque daquele periódico. Trabalhou também no Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Última Hora, revista Visão e Veja. Foi acadêmico visitante da programa de direitos humanos da Universidade de Columbia, em Nova York.
Por suas reportagens sobre temas sociais e suas experiências em projetos educacionais, Gilberto Dimenstein foi apontado pela revista Época em 2007 como umas das cem figuras mais influentes do país.
Ganhou O Prêmio Nacional de Direitos Humanos junto com D. Paulo de Evaristo Arns, o Prêmio Criança e Paz, do Unicef, Menção Honrosa do Prêmio Maria Moors Cabot, da faculdade de jornalismo de Columbia, em Nova York. Também ganhou os prêmios Esso ( categoria principal) e Jabuti, de melhor livro de não-ficção.
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