Bem-vindo à Universidade Falada AUDIOLIVROS

História de dois amores

Duplo clique na imagem para vê-la ampliada

Reduzir
Aumentar

Mais visualizações

  • História de dois amores audio livro audio livros  audio book audio books  audio-livro  audio-livros

História de dois amores

Disponibilidade: Em estoque

R$ 26,99
Adicionar itens ao carrinho
OU

Descrição rápida

Untitled document

A pulga - aliás um pulgo Amanheceu um dia lindo Pobre Osbó Simples Os dois não podiam falar... A conversa continuou nesse tom

Informações adicionais

Título História de dois amores
Autor Carlos Drummond de Andrade
Editora Luz da Cidade
Áudio Narração Profissional
Locução Odete Lara
Audiolivro em CD ÁUDIO (compact disk)
Preço R$ 26,99
Untitled document

A pulga - aliás um pulgo Amanheceu um dia lindo Pobre Osbó Simples Os dois não podiam falar... A conversa continuou nesse tom

Carlos Drummond de Andrade


AUDIOLIVRO

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.


Saiba mais
Ver todos produtos deste autor

Tags do produto

Use espaços para separar tags. Use aspas simples (') para frases.