Em uma de suas viagens de retorno para Vitória, Toni Vaz acaba se deparando com três jovens (Zé Roberto, Carol e Silvana) – estudantes de Administração –, pedindo carona.
Durante o percurso, eles conversam sobre os mais diferentes assuntos. Trocam experiências que os levam ao crescimento, tanto profissional, quanto pessoal.
Um diálogo para o crescimento não apenas deles, mas que pode ser aplicado para toda pessoa que realmente deseje ser mais do que já é.
Toni Vaz
AUDIOLIVRO
• Em 5 de dezembro de 1963, eu dei as caras por este mundo. Meus pais moravam em Pedra Corrida, um lugarejo no interior de Minas, que servia de acampamento para os operários da Cia. Acesita, onde meu pai era motorista.
• Aos seis meses de idade, fui sorteado pelo sacana vírus da pólio, uma doença terrivelmente mortal. Quando não mata, deixa uma lembrancinha para sempre no corpo de sua vítima. No meu caso, pernas atrofiadas e impossibilitadas de andar.
• A partir daí foram seis anos viajando no colo de minha mãe de Pedra Corrida para Belo Horizonte, onde eu me tratava no Hospital da Baleia. As viagens eram longas, de trem, à noite, com muito frio e dificuldades. Mas minha mãe agüentou firme, com força e otimismo.
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• Em 5 de dezembro de 1963, eu dei as caras por este mundo. Meus pais moravam em Pedra Corrida, um lugarejo no interior de Minas, que servia de acampamento para os operários da Cia. Acesita, onde meu pai era motorista.
• Aos seis meses de idade, fui sorteado pelo sacana vírus da pólio, uma doença terrivelmente mortal. Quando não mata, deixa uma lembrancinha para sempre no corpo de sua vítima. No meu caso, pernas atrofiadas e impossibilitadas de andar.
• A partir daí foram seis anos viajando no colo de minha mãe de Pedra Corrida para Belo Horizonte, onde eu me tratava no Hospital da Baleia. As viagens eram longas, de trem, à noite, com muito frio e dificuldades. Mas minha mãe agüentou firme, com força e otimismo.
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