LIVRO FALADO - O ALIENISTA
Considerado por muitos como o maior escritor brasileiro de todos os tempos, Machado de Assis ganha sempre novas edições impressas e versões para os mais diferentes meios de expressão artística.
Faltava apenas um Machado em áudio, em MP3, lido por um ator jovem e talentoso.
Ator, violonista clássico e jornalista, RAFAEL CORTEZ atuou em peças infantis e adultas. Na televisão, iniciou sua carreira fazendo sucesso no programa CQC, da TV Bandeirantes.
Neste audiolivro, a leitura de RAFAEL CORTEZ, que se diz "louco por Machado", é fluída, como se as palavras tivessem vivido dentro dele desde as primeiras leituras na escola, as releituras de adulto, desde sempre. Nos momentos decisivos da obra, RAFAEL CORTEZ encontra o melhor timbre e a entonação perfeita para deixar tudo bem claro para o ouvinte.
Em O Alienista, Machado de Assis ironiza o conceito de loucura e o poder do conhecimento científico. No conto, o médico Simão Bacamarte funda um hospício e passa a internar nele todos aqueles que julga loucos. O procedimento leva a um desfecho inesperado. Esta obra, publicada entre 1881 e 1882, marcou o início da fase realista do autor e vem sendo lida por todas as gerações desde então.
LIVRO FALADO em mp3 - O ALIENISTA , editora Livro Falante. Formato Audiolivro.
Machado de Assis - LF
AUDIOLIVRO
Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
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Joaquim Maria Machado de Assis, cronista, contista, dramaturgo, jornalista, poeta, novelista, romancista, crítico e ensaísta, nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839. Filho de um operário mestiço de negro e português, Francisco José de Assis, e de D. Maria Leopoldina Machado de Assis, aquele que viria a tornar-se o maior escritor do país e um mestre da língua, perde a mãe muito cedo e é criado pela madrasta, Maria Inês, também mulata, que se dedica ao menino e o matricula na escola pública, única que freqüentará o autodidata Machado de Assis.
De saúde frágil, epilético, gago, sabe-se pouco de sua infância e início da juventude. Criado no morro do Livramento, consta que ajudava a missa na igreja da Lampadosa. Com a morte do pai, em 1851, Maria Inês, à época morando em São Cristóvão, emprega-se como doceira num colégio do bairro, e Machadinho, como era chamado, torna-se vendedor de doces. No colégio tem contato com professores e alunos e é até provável que assistisse às aulas nas ocasiões em que não estava trabalhando.
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