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A Escrava Isaura

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O livro conta a história de Isaura, escrava cativa de um senhor cruel e egoísta, Leôncio. Com uma educação privilegiada, senhora de uma beleza e graciosidade sem igual na corte em que vive, Isaura arranca suspiros de todos os homens que, sem escolha, apaixonam-se perdidamente por ela.
Desde o horrendo Belchior, corcunda bestial, jardineiro da fazenda, até o virtuoso e nobre Álvaro, que a conhece em Recife durante sua fuga com o pai das cruéis mãos de seu sinhô.

A fuga acontece porque Leôncio não cumpre a promessa feita à mãe, de conceder a liberdade à linda escrava. E pior, seu amor desenfreado por Isaura põe em risco a honra e a vida da inocente. Não achando outra saída, Isaura foge em uma viagem arriscada.

Preço: R$24,00

Desconto Temporário : R$10,00

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Detalhes

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Escrito em plena campanha abolicionista (1875), o livro conta as desventuras de Isaura, escrava branca e educada, de caráter nobre, vítima de um senhor devasso e cruel. O romance foi um grande sucesso editorial e permitiu que Bernardo Guimarães se tornasse um dos mais populares romancistas de sua época. O autor pretende, nesta obra, fazer um libelo anti-escravagista e libertário e, talvez, por isso, o romance exceda em idealização romântica, a fim de conquistar a imaginação popular perante as situações intoleráveis do cativeiro. O estudioso Manuel Cavalcanti Proença observa que: Numa literatura não muito abundante em manifestação abolicionistas, é obra de muita importância, pelo modo sentimental como focalizou o problema, atingindo principalmente o público feminino, que encontrava na literatura de ficção derivativo e caminho de fuga, numa sociedade em que a mulher só saía à rua acompanhada e em dias pré-estabelecidos; o mais do tempo ficava retida em casa, sem trabalho obrigatório, bordando, cosendo, ouvindo e falando mexericos, isto é, enredos e intrigas, como se dizia no tempo e ainda se diz neste romance. Este romance já foi considerado, com bastante exagero, uma espécie de A Cabana do Pai Tomás (1851) brasileiro. Porém, Bernardo Guimarães, ao contrário da romancista americana Harriet Beecher Stowe, detém-se muito pouco na descrição dos sofrimentos provocados pelo regime escravagista. Ele coloca, na boca de alguns personagens, como Álvaro e seus amigos, estudantes no Recife, algumas frases abolicionistas, mas parece tomar bastante cuidado em não provocar a fúria dos seus leitores conservadores. Está mais preocupado em contar as perseguições do senhor cruel à escrava virtuosa e, assim, conquistar a simpatia do leitor. Bernardo Guimarães faz questão de ressaltar exaustivamente a beleza branca e pura de Isaura, que não denunciava a sua condição de escrava porque não portava nenhum traço africano, era educada e nada havia nela que "denunciasse a abjeção do escravo". O que parece uma escolha preconceituosa e contraditória – contar as agruras da escravidão criando uma escrava branca – talvez seja melhor compreeendido se se levar em conta que a maior parte do público que consumia romances na época era composto por mulheres da sociedade, que apreciavam as histórias de amor. Somem-se a isso o modelo de beleza feminino de então, caracterizado pela pele nívea e maçãs rosadas do rosto e, principalmente, o objetivo do autor de conquistar a solidariedade do leitor pela escrava, mostrando a que ponto extremo poderia chegar o regime escravocrata: "fisicamente, Isaura não é diferente das damas da sociedade, mas, por ser escrava, é obrigada a viver como os de sua classe, como objeto útil nas mãos de seu senhor", conforme afirma a crítica Maria Nazareth Soares Fonseca. O autor claramente conseguiu o que queria. A sociedade brasileira do século XIX, que tanto se apiedou das desventuras de Isaura, aceitou-a porque ela era branca e educada. O autor pôde, assim, demonstrar, através do seu sofrimento, o quanto "é vã e ridícula toda a distinção que provém do nascimento e da riqueza". E é claro, a cor de Isaura serve, como afirma o crítico Antônio Cândido, "para facilitar a ação de Álvaro, compreensivelmente apaixonado e decidido a desposá-la, como fez."

Informações adicionais

Título A Escrava Isaura
Autor Bernardo Guimarães
Editora Universidade Falada
Áudio Narração Profissional
Locução Não
Tempo de duração 6 horas 40 minutos
Audiolivro em CD MP3 (compact disk)
Classificação Muito Bom
Preço R$24,00

Bernardo Guimarães


O seu livro mais conhecido é A Escrava Isaura.

Foi publicado pela primeira vez em 1875, pela Garnier. Conta as agruras de uma bela escrava branca que vivia em uma fazenda do Vale do Paraíba, na região fluminense de Campos.

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